Nova IA da Nvidia quer usar Covid-19 para mudar forma de lidar com saúde pela tecnologia
Vice-presidente de saúde da empresa promete que novas tecnologias mudarão forma de lidar com futuras pandemias
A pandemia do novo coronavírus tem afetado a população mundial e feito com que diversas indústrias se mobilizem para encontrar formas de combater o COVID-19. Utilizando suas tecnologias de automação de inteligência artificial para ajudar a superar a crise mundial, a Nvidia anunciou hoje que vai expandir a Clara Guardian, sua inteligência artificial feita para auxiliar hospitais inteligentes.
Segundo a própria Nvidia, a ideia é melhorar a performance dos hospitais, ao passo que desenvolver formas mais eficientes de rastrear, testar e tratar o COVID-19. “Combinando Inteligência Artificial e computação acelerada, a plataforma ajuda pesquisadores da área da saúde, fornecedores de soluções tecnológicas e hospitais que enfrentam a pandemia”, afirma a Nvidia.
O modelo de Inteligência Artificial que foi disponibilizado hoje pela empresa é capaz de detectar doenças com alta performance e poderá ser muito útil para pesquisadores estudarem os diferentes graus de severidade do COVID-19 através da análise de imagens escaneadas de pacientes. O sistema também ajudará a desenvolver ferramentas para melhor entender, avaliar e detectar infecções.
Lançada oficialmente hoje, a NVidia Clara Guardian utiliza análises inteligentes de vídeos para aprimorar e automatizar tecnologias de estudo de voz. Segundo a empresa, a ideia é que gerações futuras de hospitais inteligentes possam garantir maior segurança para seus funcionários detectando potenciais infectados circulando pelos espaços.
“A pandemia do COVID-19 sobrecarregou toda a colaboração tecnológica e de pesquisas do setor de saúde para desenvolver novas soluções para acelerar nossa compreensão de contágio, escala e severidade da doença”, afirmou Kimberly Powell, vice-presidente de saúde da Nvidia. “Nunca houve uma necessidade tão crítica de aplicar o melhor da tecnologia de inteligência artificial e computação acelerada para todas as facetas da assistência médica, e seus efeitos serão sentidos muito além da pandemia, será para toda a saúde daqui para frente”, completou.